Às vezes ela deitava na cama olhando pro teto, tarde da noite – ou cedo demais.
A questão é que as coisas iam vindo e ela então começa a fantasiar – ou, pra alguns isso fosse só desejar de uma maneira muito otimista.
Ela pensava: tudo bem, eu vou ficar bem, vou ficar feliz, vou ficar bem. E repetia isso sorrindo até começar a chorar. Mas não deixava de sorrir.