1.9.09

Fluxo

Entorpecida e ensopada (de sonhos, de vontades, de falta) ela abandona o picadeiro ao pôr-do-sol.
À noite, imergida em si, observa a chuva caindo. E não espera nada. Nada da chuva. Nada do amanhã.
Nem dela.