19.8.09

Minha própria avenca.

Que cresceu - tão - inesperadamente dentro de mim, que foi capaz de modificar tudo o que eu ponderava, tudo o que eu esperava, todas as idealizações; que cresceu tão forte que me obrigou a quebrar os vários preceitos que criei. Inesperadamente...
E se tornou a avenca que eu mais quero, a avenca que eu mais torço para que continue a crescer, minha avenca preferida dentre tantas que eu plantei (e até ousaram crescer, alguns centímetros que fossem). A avenca imprevisivelmente escolhida. A avenca amada.
Eu não me importo que essa avenca não tenha noção disso – a noção exata, clara – e do que isso significa em/pra mim.
Eu só não quero que minha avenca parta.
Não quero que ela seja “uma avenca partindo”.