25.1.17

“I thought I understood it, that I could grasp it but I didn’t. Not really. Only the smudginess of it, the pink slippered all contained semiprecious eagerness of it. I didn’t realise it sometimes would be more than whole, that the wholeness was a rather luxurious idea, because it’s the halves that halve you in half. I didn’t know; don’t know about the in-between bits of it. The gory bits of you and the gory bits of me.”

é engraçado não me sentir ligada a ti. é engraçado saber que tu não se sente ligada em mim. é engraçado que a gente tenha se transformado em estranhas, como antes de tudo. é engraçado sonhar contigo e não sentir desespero e tristeza, e chorar encolhida na cama, sentir só estranhamento. não dói mais (!). dessa vez eu realmente te deixei ir, sem esperanças num futuro onde nos encontraríamos mais maduras e aí sim, não, nada disso. sem 'isso-é-passageiro'. sem acreditar que nossos caminhos estão fadados a andar juntos, sem acreditar na concretude do nosso amor.
eu quis muito, mais que tudo, com todos os pedaços do meu corpo, que tivesse dado certo. mas dessa vez acho que eu realmente te deixei ir.