não existe nenhuma quantidade de beijos, de abraços longos e quentes, de carinhos no domingo de manhã, de sexo violento e meio bêbado, de tocar meu joelho no meio do jantar, de despedidas adoráveis, de me levar a exposições agradáveis, de beijar minha testa na fila do cinema, de me puxar de volta pro sofá, de cuidar de mim no meio de tanta gente, de me levar pra casa no meio da madrugada, de segurar minha mão na frente do meus amigos, de encher a sala de riso, que pudesse possivelmente me fazer esquecer o quanto doía a tua frieza.