...Ela então se escorou na parede, e num suspiro pôs as mãos no rosto, cobrindo-o.
– Droga, disse ao sentir as lágrimas surgirem.
– Não chora, por favor... Não é sua culpa, como você ia saber? – disse o homem à sua frente.
– Não, isso não tem nada a ver com você. É só que... – interrompeu-se abruptamente.
– O que?
Ela respirou fundo, com esforço, e enxugou a lágrima salgada.
– É que eu sempre chego atrasada.
– Droga, disse ao sentir as lágrimas surgirem.
– Não chora, por favor... Não é sua culpa, como você ia saber? – disse o homem à sua frente.
– Não, isso não tem nada a ver com você. É só que... – interrompeu-se abruptamente.
– O que?
Ela respirou fundo, com esforço, e enxugou a lágrima salgada.
– É que eu sempre chego atrasada.