Acabou há algum tempo – já havia terminado antes mesmo de ser fim de fato. E nossas vidas mudaram. Tanta coisa que só pôde acontecer pra um e pra outro depois do nosso fim. Nosso acordo desfeito. Cada um pro seu lado. Nossas diferenças já não são mais problema entre nós e somos felizes por sermos – e apenas sermos. Sem fingimentos e exigências. E eu já não penso em nós mais.
Porém hoje, logo depois de tanto tempo, algo no ar – bom, talvez a minha insegurança pela falta de braços firmes para me abraçar – me fez lembrar.
Lembrei da calma que teus abraços me proporcionavam. Lembrei da segurança que teus dedos entrelaçados nos meus passavam. E de como era bom poder contar contigo em qualquer situação.
Lembrei de deitar abraçada contigo em silêncio, e apenas ouvir tua respiração, e sentir que não importasse o que estivesse lá fora, ali estava tudo bem.
E é estranho, mas a coisa que mais desejo nesse momento é aquele abraço tranqüilo. Aquele mesmo, que neguei veemente, e lutei tão duro para me desvencilhar.
Não me entenda errado...Que por nenhum momento isto soe como uma recaída! Eu ainda tenho todas as razões para que não estejamos juntos.
Isso é apenas nostalgia. Mas uma nostalgia boa: saudade (se é esse o termo certo) da época em que a gente foi feliz por completo.
Talvez eu tenha sim sido bastante egoísta, e talvez você tenha sido pouco flexível. Talvez não. Eu fui fria. Fui e é provável que continue sendo. Não por mal, mas só porque é assim que deve ser. Nosso tempo passou, e eu prefiro continuar distante.
Mesmo que hoje a nostalgia esteja manifestando-se, e o teu abraço seja meu anseio, ainda assim somos um livro que exacerbou o número máximo de páginas, e tudo o que farei é deixar aqui meus desejos de uma boa vida, junto com as boas lembranças que guardo no fundo do baú.
Porém hoje, logo depois de tanto tempo, algo no ar – bom, talvez a minha insegurança pela falta de braços firmes para me abraçar – me fez lembrar.
Lembrei da calma que teus abraços me proporcionavam. Lembrei da segurança que teus dedos entrelaçados nos meus passavam. E de como era bom poder contar contigo em qualquer situação.
Lembrei de deitar abraçada contigo em silêncio, e apenas ouvir tua respiração, e sentir que não importasse o que estivesse lá fora, ali estava tudo bem.
E é estranho, mas a coisa que mais desejo nesse momento é aquele abraço tranqüilo. Aquele mesmo, que neguei veemente, e lutei tão duro para me desvencilhar.
Não me entenda errado...Que por nenhum momento isto soe como uma recaída! Eu ainda tenho todas as razões para que não estejamos juntos.
Isso é apenas nostalgia. Mas uma nostalgia boa: saudade (se é esse o termo certo) da época em que a gente foi feliz por completo.
Talvez eu tenha sim sido bastante egoísta, e talvez você tenha sido pouco flexível. Talvez não. Eu fui fria. Fui e é provável que continue sendo. Não por mal, mas só porque é assim que deve ser. Nosso tempo passou, e eu prefiro continuar distante.
Mesmo que hoje a nostalgia esteja manifestando-se, e o teu abraço seja meu anseio, ainda assim somos um livro que exacerbou o número máximo de páginas, e tudo o que farei é deixar aqui meus desejos de uma boa vida, junto com as boas lembranças que guardo no fundo do baú.